Novas informações sobre o curso de doulas, novos valores (valores reduzidos) e com condições de pagamento facilitadas.
CURSO: FORMAÇÃO DE DOULA_GO_2012
A
Casa da Luz, ONG de cuidado a mulheres em todos os seus ciclos de vida,
com o apoio da ReHuNa – Rede Pela Humanização do Parto e Nascimento,
apresenta a proposta do Curso de Formação de Doula, em Goiânia – Goiás.
A quem é dirigido? Mulheres que desejam acompanhar mulheres grávidas na
gestação, parto e pós-parto; Doulas que queiram se atualizar.
O Curso
de 80 horas, será distribuído em 48 horas de encontros teóricos –
vivenciais; 16 horas de encontros inter-módulos em grupo e 16 horas de
acompanhamento a uma mulher grávida e acompanhante de escolha da
cursista ou indicada pela Coordenação.
Datas:
Módulo I: 22/06 – 14 às 22h e 23 e 24/06 – 9 às 18h.
Módulo II: 27/07 – 14 às 22h e 28 e 29/07 – 9 às 18h.
Local: Goiânia/GO. Endereço à confirmar.
Inter - módulos: datas e locais de acordo com cada grupo.
Conteúdo programático: Políticas públicas na atenção à preparação para o
parto, no parto e nascimento e pós parto; Humanização do parto baseado
em evidências científicas – OMS; Acolhimento na Atenção ao Parto; Tipos e
locais de Parto; Rotinas e Protocolos Hospitalares; Revisão da Anatomia
Feminina e da Fisiologia do Parto; Fisiologia Hormonal do Parto;
Oficina de Sexualidade; Métodos de alívio farmacológicos e
não-farmacológico da dor; O trabalho dos profissionais e da Doula na
condução do trabalho de parto; Simulações práticas; Recepção do bebê na
primeira hora; Amamentação na primeira hora; Repensando a prática –
Trabalho de Reflexão do Curso.
Obs: O Trabalho de Reflexão do Curso deverá ser elaborado em grupo ou
individualmente. Os temas e orientações serão combinados com as
cursistas e Coordenadoras.
2
Rede pela Humanização do Parto e Nascimento – ReHuNa
SHCN CL Quadra 113, Bloco “C”, Sala 111 e 112 – Asa Norte – Brasília-DF, CEP 70763-530
Fone: (61) 3967-6020 – 3964-6010 e-mail: casadaluzgo@gmail.com rehuna@rehuna.org.br
Metodologia:
Serão utilizados recursos áudio-visuais, vivências, exposição dialogada, estudo dirigido e trabalhos em grupo.
Material: Será fornecida apostila e uma bolsa contendo: caneca para água/café, caneta e bloco de notas.
Investimento: R$ R$ 784,00 (setecentos e oitenta e quatro reais).
Condições e formas de pagamento:
PAGAMENTO
R$ 196,00 INSCRIÇÃO
R$ 196,00 ATÉ 10/06
R$ 196,00 ATÉ 10/07
R$ 196,00 ATÉ 10/08
R$ 784,00 VALOR TOTAL
O pagamento da primeira parcela vale como inscrição.
O valor restante poderá ser efetuado no local por cheque ou cartão de crédito, parcelado.
OBS.: Recebemos inscrições por Empenho – email: casadaluzgo@gmail.com
Dados para depósito da primeira parcela/inscrição:
Banco do Brasil, Ag: 3603-X - c/c: 40.140-4 - ReHuNa – Rede pela Humanização do Parto e Nascimento. CNPJ – 04.813.786/0001-17.
Obs.
Somente serão aceitos depósitos identificados – ou por transferência
bancária ou por depósito na conta da ReHuNa diretamente no caixa.
Comprovantes de entrega de envelope de depósito não serão aceitos.
Inscrições:
Preencher a Ficha de Inscrição e enviar para o Email: casadaluzgof@gmail.com juntamente com o comprovante de depósito (scanner).
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: AINDA ESTAMOS A PROCURA DE UM ESPAÇO ONDE PODERÁ
SER FEITO O CURSO, POR ISSO O LOCAL ESTÁ A DEFINIR, QUEM PUDER
DISPONIBILIZAR ESTE ESPAÇO, POR FAVOR, NOS INFORME, SERÁ UMA AJUDA E
TANTO.
Para envio da ficha de inscrição entrar em contato pelo e-mail do Ghuapa: ghuapago@gmail.com
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Curso de Doula - informações
Somos da Ong Casa da Luz e com o apoio da ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento estamos organizando mais este Curso no Centro Oeste.
Conforme indicação do Sr. Sebastião Fernandes Moreira, que gentilmente nos forneceu seus contatos, acreditamos que você possa ser nossa aliada na concretização do curso em Goiânia atuando como apoiadora local. Nossas referências estão no anexo.
Nosso planejamento para 2012 é o seguinte:
1. Ações junto ao Ministério do Trabalho, que tornou Doula uma profissão da saúde que estará cadastrada no Cadastro Brasileiro de Ocupação - CBO, a partir de janeiro de 2013. Com a pretensão de ser incluída como profissional do SUS e por ter papel fundamental no preparo para o parto, no parto e no pós parto;
2. Ações junto ao Ministério da Saúde - Saúde da Mulher: temos aprovado em parceria com a Universidade de Brasília o Curso de "Tutores/Multiplicadores de Doulas", denominado Doulas no SUS, que prevê a formação de 5 Tutoras e 40 Doulas Multiplicadoras - 8 em cada um dos estados do Centro Oeste e Tocantins, sendo 4 do Serviço público e 4 do serviço complementar. Incluímos neste projeto a revisão do Manual da Doula e a construção do Manual da Doula Multiplicadora. O Curso proposto neste momento visa a ampliar o nº de Doulas para termos estas profissionais multiplicadoras.
Ainda neste ano está previsto também o Seminário Regional sobre Humanização do Parto e Nascimento - Centro Oeste - data provável novembro/2012 e local provável - Brasília/DF.
Alguns esclarecimentos.
A proposta do acompanhamento da mulher grávida é cada cursista, ainda durante o Curso, poder conversar nos Inter módulos sobre os atendimentos realizados com a mesma, bem como sua rede de relações para que planeje seu pré parto, parto e pós parto. Quanto ao local de acompanhamento, como poderemos ter no Curso, tanto mulheres que já atuam com estas mulheres, por exemplo no serviço público, como as do serviço complementar que querem iniciar este trabalho, dependerá de cada uma das cursistas.
Temos muito interesse em que as administrações estaduais e municipais invistam neste Curso, para que tenhamos profissionais do serviço público trazendo suas contribuições e participando do movimento de ampliação da profissional Doula. Para servidores, estamos recebendo as inscrições por Empenho.
Outros detalhes, anexamos Informações sobre o Curso de Doula_GO. Lembrando que, por questões referentes à organização, as datas previstas para a realização do Módulo I do curso foram alteradas para os dias 25, 26 e 27 de maio. Entretanto, estamos ponderando a permanência ou não das datas citadas, em virtude de ainda não termos a organização local completa.
Ficamos no aguardo de seu retorno e disponíveis para todos os esclarecimentos que se fizerem necessários.
Atenciosamente,
Muito grata novamente,
Marilda Castro
Coordenação dos Cursos de Doula Centro Oeste e Tocantins
pela Casa da Luz e ReHuNa
61 8175 5157
Casa da Luz
Secretaria Central do Curso de Doula
Fones: 61 3967-6020 – 61 3964-6010
Toda mulher tem direito a uma Doula, pelo menos no parto, além de sua/seu acompanhante.
sábado, 3 de dezembro de 2011
SEIS RAZÕES PARA TENTAR O PARTO NORMAL
Como a natureza quer: se o parto normal é o desfecho natural de uma gravidez, por que fugir dele antes mesmo de saber se uma cesárea é de fato indicada para o seu caso? “O ideal é que o bebê escolha o dia em que quer nascer”, diz o obstetra Luiz Fernando Leite, das maternidades Santa Joana e Pro Matre, em São Paulo. É claro que, na hora do parto, às vezes surgem complicações. Aí, sejamos justos, a cesariana pode até salvar a vida da mãe e do filho. “Mas, quando a cirurgia é agendada com muita antecedência, corre-se o risco de a criança nascer prematura, mais magra e com os músculos ainda não completamente desenvolvidos”, adverte o obstetra.
A criança respira melhor: quando passa pelo canal da vagina, o tórax do bebê é comprimido, assim como o resto do seu corpo. “Isso garante que o líquido amniótico de dentro dos seus pulmões seja expelido pela boca, facilitando o primeiro suspiro da criança na hora em que nasce”, explica Rosangela Garbers, neonatalogista do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Sem falar que as contrações uterinas estressam o bebê – e isso está longe de ser ruim. O hormônio cortisol produzido pelo organismo infantil deixa os pulmões preparados para trabalhar a todo vapor. A cesárea, por sua vez, aumenta o risco de ocorrer o que os especialistas chamam de desconforto respiratório. Esse problema pode levar a quadros de insuficiência respiratória e até favorecer a pneumonia.
Acelera a descida do leite: “Durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que facilitam a apojadura”, afirma Mariano Sales Junior, da maternidade Hilda Brandão, da Santa Casa de Belo Horizonte. No caso da cesárea eletiva, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem o menor indício de que o bebê está pronto para nascer. Daí, o organismo talvez secrete as substâncias que deflagram a produção do leite com certo atraso – de dois a cinco dias depois do nascimento do bebê. Resumo da ópera: a criança terá de esperar para ser amamentada pela mãe.
Cai o mito da dor: por mais ultrapassada que seja, a imagem de uma mãe urrando na hora do parto não sai da cabeça de muitas mulheres. Segundo Washington Rios, coordenador da maternidade de alto risco do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, não há o que temer. “A analgesia é perfeitamente capaz de controlar a dor”, afirma. Isso porque há mais de dez anos os médicos recorrem a uma estratégia que combina a anestesia raquidiana, a mesma usada na cesárea, e a peridural. “A paciente não sofre, mas também não perde totalmente a sensibilidade na região pélvica”, explica a anestesista Wanda Carneiro, diretora clínica do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Dessa forma, ela consegue sentir as contrações e até ajudar a impulsionar a criança para fora.
Recuperação a jato: 48 horas após o parto normal, a nova mamãe pode ir para casa com o seu bebê. Em alguns casos, para facilitar a saída da criança, os médicos realizam a episiotomia, um pequeno corte lateral na região do períneo, área situada entre a vagina e o ânus. Quando isso acontece, a cicatrização geralmente leva uma semana. Já quem vai de cesariana recebe alta normalmente entre 60 e 72 horas após o parto e pode levar de 30 a 40 dias para se livrar das dores.
Mais segurança: como em qualquer cirurgia, a cesárea envolve riscos de infecção e até de morte da criança. “Cerca de 12% dos bebês que nascem de cesariana vão para a UTI”, revela Renato Kalil, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. No parto normal, esse número cai para 3%. “A sensação da cesariana é semelhante à de qualquer outra cirurgia no abdômen. É, enfim, como extrair uma porção do intestino ou operar o estômago”, compara Kalil. E, convenhamos, o clima de uma sala cirúrgica não é dos mais agradáveis: as máscaras dos médicos, a sedação, a dificuldade para se mexer...
Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/seis-razoes-para-tentar-o-parto-normal
A criança respira melhor: quando passa pelo canal da vagina, o tórax do bebê é comprimido, assim como o resto do seu corpo. “Isso garante que o líquido amniótico de dentro dos seus pulmões seja expelido pela boca, facilitando o primeiro suspiro da criança na hora em que nasce”, explica Rosangela Garbers, neonatalogista do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Sem falar que as contrações uterinas estressam o bebê – e isso está longe de ser ruim. O hormônio cortisol produzido pelo organismo infantil deixa os pulmões preparados para trabalhar a todo vapor. A cesárea, por sua vez, aumenta o risco de ocorrer o que os especialistas chamam de desconforto respiratório. Esse problema pode levar a quadros de insuficiência respiratória e até favorecer a pneumonia.
Acelera a descida do leite: “Durante o trabalho de parto, o organismo da mulher libera os hormônios ocitocina e prolactina, que facilitam a apojadura”, afirma Mariano Sales Junior, da maternidade Hilda Brandão, da Santa Casa de Belo Horizonte. No caso da cesárea eletiva, a mulher pode ser submetida à cirurgia sem o menor indício de que o bebê está pronto para nascer. Daí, o organismo talvez secrete as substâncias que deflagram a produção do leite com certo atraso – de dois a cinco dias depois do nascimento do bebê. Resumo da ópera: a criança terá de esperar para ser amamentada pela mãe.
Cai o mito da dor: por mais ultrapassada que seja, a imagem de uma mãe urrando na hora do parto não sai da cabeça de muitas mulheres. Segundo Washington Rios, coordenador da maternidade de alto risco do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás, não há o que temer. “A analgesia é perfeitamente capaz de controlar a dor”, afirma. Isso porque há mais de dez anos os médicos recorrem a uma estratégia que combina a anestesia raquidiana, a mesma usada na cesárea, e a peridural. “A paciente não sofre, mas também não perde totalmente a sensibilidade na região pélvica”, explica a anestesista Wanda Carneiro, diretora clínica do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Dessa forma, ela consegue sentir as contrações e até ajudar a impulsionar a criança para fora.
Recuperação a jato: 48 horas após o parto normal, a nova mamãe pode ir para casa com o seu bebê. Em alguns casos, para facilitar a saída da criança, os médicos realizam a episiotomia, um pequeno corte lateral na região do períneo, área situada entre a vagina e o ânus. Quando isso acontece, a cicatrização geralmente leva uma semana. Já quem vai de cesariana recebe alta normalmente entre 60 e 72 horas após o parto e pode levar de 30 a 40 dias para se livrar das dores.
Mais segurança: como em qualquer cirurgia, a cesárea envolve riscos de infecção e até de morte da criança. “Cerca de 12% dos bebês que nascem de cesariana vão para a UTI”, revela Renato Kalil, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. No parto normal, esse número cai para 3%. “A sensação da cesariana é semelhante à de qualquer outra cirurgia no abdômen. É, enfim, como extrair uma porção do intestino ou operar o estômago”, compara Kalil. E, convenhamos, o clima de uma sala cirúrgica não é dos mais agradáveis: as máscaras dos médicos, a sedação, a dificuldade para se mexer...
Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/seis-razoes-para-tentar-o-parto-normal
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